ATITUNA

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Fio de Ariana


      Foi no passado sábado, dia 9 de Julho, que a Atituna marcou presença na quinta edição do espetáculo “O Pessoal Tem Talento”, organizado pela cooperativa sem fins lucrativos Fio de Ariana.
O espetáculo teve lugar no auditório da Junta de Freguesia de Paranhos, e teve início às 20h30. Ainda antes de atuarmos tivemos a oportunidade de assistir ao enorme talento do Grupo de Dança Cinco Cantos do Brasil, da Ana Duarte, do Grupo de Teatro de Flor D’Infesta e também da Francisca. Tornou-se evidente, para quem ainda duvidava, de que o talento não tem idade nem limitações.
Depois de inspiradas por estas estrelas, foi a nossa vez de entrar em palco. Iniciamos com a música “Sempre em mi mente”. De seguida, com o intuito de animar um pouco a plateia, optamos por interpretar as “Marchas”, o que pôs toda a gente a bater palmas e a cantar connosco. Para acabar a nossa atuação, decidimos cantar o nosso original “A Tuna”.

Dado que se tratava de um evento especial, também tínhamos que fazer algo igualmente especial. Houve lugar, então, de cantar o hino “Não há amigos como os meus”, com todos os meninos e meninas pertencentes aos projetos organizadores. Foi um momento verdadeiramente mágico, tanto para nós como para eles, de tão felizes e tão sorridentes que todos estavam. 



Porque as boas energias pairavam no ar, foi ainda tempo de, todos juntos, darmos música a um último pedido. Cantamos os “Parabéns a você” a uma menina muito especial do Fio de Ariana que queria partilhar toda a sua felicidade neste dia.

Por fim, não podemos deixar de enfatizar o prazer que foi pertencer a mais uma edição desta iniciativa. Obrigada Fio de Ariana!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Jantar de encerramento 2015/2016

Foi na passada sexta-feira que teve lugar o nosso jantar de encerramento.


A primeira parte deste tão aguardado jantar foi dedicada à transição de cargos e à passagem de testemunhos. Começamos pelos naipes de instrumentos e terminamos com os mais aguardados, o de Per Magister e o de Magister. Em cada um, reunimo-nos em semi-círculo, e houve lugar a um pequeno discurso da pessoa eleita para o próximo mandato, assim como da pessoa responsável por ele no mandato anterior. Estas últimas, a título de lembrança, foram presenteadas com uma pequena recordação simbólica, de forma a que nunca esqueçam todo o caminho percorrido no ano 2015/2016.
De seguida, foi um momento um pouco mais nostálgico e de despedida. As Mestres Etiqueta Atitudis Resistentis AvisRara, Croft Vigorosus Caleidoscopium e a Tunante Flora Daeneris passaram a Sempre Atitunas, e tiveram oportunidade de falar um bocadinho do que foram os seus magníficos percursos enquanto mestres e tunantes, não esquecendo, claro, algumas dicas e conselhos, a todas as ainda continuam ativas. Do mesmo jeito, fomos informadas da saída das caloiras Simpson e Arendelle da tuna. Vamos sentir a falta das 5!

Lançamos um balão, o balão da Atituna que trouxe como simbolismo o largar de todo um ano e a esperança de um ano ainda melhor!



Nestes momentos, tivemos o prazer de contar com a presença das Sempre-Atitunas Taxa, Flypa, Spaguetti, Babyliss e Santa, tendo, esta última, ficado até ao fim do jantar.
De seguida, foi hora de iniciar o jantar propriamente dito e gozar o momento. Houve lugar a muitas fotos, para que nenhum segundo ficasse esquecido, assim como a inúmeros brindes e jogos.

Em conclusão, foi um jantar muito passado, carregado de animação e boa disposição, pelo que não havia melhor forma de terminar o mandato 2015/2016. Agora é tempo de descansar, para em Setembro começarmos o trabalho todas novas energias e muita vontade de trabalhar e de ir mais além. Para o ano há mais! :)


terça-feira, 14 de junho de 2016

Casamento Sempre-Atituna Banderas


     No passado dia 4 de junho, a Atituna dirigiu-se à Quinta da Velha em Vila Nova de Gaia para celebrar o casamento da nossa fundadora e Sempre-Atituna Banderas. E foi neste espaço encantador que a Atituna, entre músicas e convívio, aguardou pelo momento da atuação.

    
    Esta atuação teve o privilégio de contar com antigos membros da Atituna, que fizeram questão de se se levantar das mesas para virem atuar connosco. As convidadas membros da Atituna juntaram-se a nós – Etiqueta, Croft, Magi Matraka, Taxa, Tututu, Flypa, Estrelinha, Toia'r'us, Peace no Love, Zen, Petite Marie e Diesel - para saudar a união deste casal tão prometedoramente feliz. Começámos por cantar uma serenata, abrindo a atuação da mesma forma que se abre a vida a quem está Siempre en [nuestra] mente. Mas um casamento não só marca o início de uma nova vida como também nos remete para a eternidade de uma vida em conjunto dos nossos noivos. Seguimos assim com Recuerdos Bolivianos. E como é o viver de um sonho que nos faz perguntar “O que foi que Aconteceu”, continuamos a nossa atuação com esta nossa serenata.
     Esta foi, no fundo, uma noite longa, onde se quis cantar, dançar e voar, em que se acenderam novas luzes na vida dos noivos. Saudámos assim a noite e a nossa feliz Banderas com a “Criatura da noite”. E a Banderas merece ser saudada, pois não só marcou o percurso da nossa tuna como o iniciou. Uma pessoa que pela sua virtude fez também nascer este projeto que agora nos une. E por isso a noiva deixou os convidados e veio juntar-se a nós na última música, o Original da Atituna, onde grandes companheiras cantaram não só pelo amor dos noivos mas também pela música e amizade que nesta noite se fizeram sentir.
     Esta foi uma das atuações que a Atituna recordará de forma mais terna, uma atuação que se reverteu de um espírito renovador e de emoções verdadeiras, que levaremos até à eternidade.


segunda-feira, 30 de maio de 2016

VIII FITAM

     No dia 28 de Maio, a Atituna voltou a marcar a sua presença na feira do Senhor de Matosinhos, no VIII FITAM, um festival que tem feito parte de nós há muitos anos. Apesar das más condições climatéricas, nada nos impediu de ir tendo sido recompensadas por uma melhoria meteorológica quando chegámos a Matosinhos.
Ao almoço, houve sardinhada e convívio com todas as tunas, que vieram de vários pontos do país e até de Espanha, para animar as ruas sempre a cantar e a tocar.
Após o soundcheck, foi tempo do habitual passacalles que inundou as ruas da festa do Senhor de Matosinhos com música e diversão, terminando com as serenatas das tunas, que elevaram o nosso espírito romântico.




      Depois do jantar, não perdemos tempo e preparamo-nos para o festival, contando com o apoio da nossa sempre presente Aloé e das nossas Sempre-Atitunas Taxa e Tututu.


      Iniciamos com "Siempre en mi Mente", num tom calmo que preparava Matosinhos para a energia que se seguiria. De seguida, apresentamos "Dar de Beber à Dor" de Amália Rodrigues, que contou com uma demonstração de carinho à nossa magister, celebrando o quão especial ela é para nós, através das palavras de cada membro e da entrega da fita laranja pela magister jubilada Polifónica.


      Sem perder o ritmo, prosseguimos com "Recuerdos Bolivianos", trazendo ainda mais animação à festa do Senhor de Matosinhos e, após algumas palavras da nossa magister Invasão, saímos do palco ao som das "Marchas", sempre sorridentes e animadas com o espírito festivo que pairava no ar.


      Após o término da atuação permanecemos a escutar as restantes tunas a concurso, bem como os nossos anfitriões, a Tuna Académica do IPAM, para seguirmos rumo à festa e assim terminar em grande um dia fantástico, que vai ficar sempre na nossa memória como um dos melhores festivais e aquele para o qual ansiamos sempre voltar!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

X Capas Traçadas


        No passado fim de semana de 13 e 14 de maio, a Atituna rumou a uma nova aventura, desta vez no coração de Barcelos para o X Capas Traçadas, a convite da Tuna Feminina do IPCA.

       A viagem começou na sexta-feira, dia 13, ao fim da tarde, quando nos juntámos às restantes tunas convidadas e à tuna anfitriã para um convívio e jantar. Tirámos fotografias, conhecemos pessoas novas e divertimo-nos à mesa, esperando ansiosamente o início da noite para que se iniciassem as Serenatas. Por sorte, a chuva deu-nos um descanso e dirigimo-nos para o átrio da Igreja do Bom Jesus da Cruz, no Largo da Porta Nova, onde se deu início ao festival.



        Começando com "Siempre en mi mente" e terminando com "O que foi que aconteceu", de Ana Moura, aquecemos a noite por entre melodias.
Depois, foi tempo de nos dirigirmos à festa onde, apesar do cansaço, dançámos durante horas no bar Garden, festejando a alegria de um festival.



      No dia seguinte, dia 14, ainda animadas pelo convívio e festa do dia anterior, almoçámos em conjunto, apreciando um pouco do que Barcelos tinha para oferecer, desde as ruas decoradas com festejos até aos bonitos recantos da cidade.


       Após o almoço, iniciamos o Passa Calles cheias de energia e com vontade de animar a cidade. Sempre acompanhadas pelos nossos guias, Pinto e Titi, percorremos os quatro postos e realizamos as aventuras que a Tuna Feminina do IPCA nos tinha preparado. Sorridentes e sempre na cantoria, percorremos as ruas de lés a lés, já na expectativa do fim da noite: a atuação.


         Mais uma vez, jantámos todas juntas no complexo do IPCA onde, num espirito envolvente de animação, realizámos jogos e contámos adivinhas. Quando finalmente avançámos para o palco, enchemos o auditório São Bento Menni de música e emoção. Iniciando com uma homenagem à "Revista à Portuguesa", que era o grande tema da noite, e através das revoltas da nossa própria "Zeza" Povinho embarcámos numa viagem em modo revista, apresentando o nosso "Original" e seguindo com "Recuerdos Bolivianos", para aquecer o espírito crítico do público, e com "Dar de Beber à Dor" de Amália Rodrigues (que, às vezes, é tudo o que podemos fazer devido às notícias do nosso país... isso ou imigrar, como diriam outras vozes da política). Para terminar em grande, saímos de palco com a nossa e muito nossa "Criatura da Noite", com o espírito elevado.



       Após a atuação e uma ronda um pouco mais curta de festa, partimos de retorno a casa. Agradecemos à Tuna Feminina do IPCA pelo convite, aos nossos guias pelo apoio constante, diversão e paciência com que nos brindaram durante estes dois dias de convívio e harmonia e esperamos, talvez um dia, voltar e descobrir novas aventuras no coração desta cidade! 



quarta-feira, 11 de maio de 2016

Queima das Fitas do Porto 2016


         Na passada semana celebrou-se a Queima das Fitas do Porto de 2016 e, como não poderia deixar de ser, a Atituna marcou presença nas várias atividades. Da Imposição de Insígnias ao Sarau Cultural da Academia, passando pela presença regular no Queimódromo, juntámo-nos para celebrar o final de mais um ano, o fim do percurso académico das nossas finalistas e para sermos muito felizes juntas! A semana começou no domingo, dia 1 de maio, com a atuação na nossa nobre faculdade. Vinda de Vila Real diretamente para o Porto, juntou-se a nós a Fígaro Metalicus, Sempre Atituna, que terminou também o seu percurso este ano e fez questão de o fazer “em casa”, enchendo-nos o coração de orgulho! Após vermos cartolar três dos nossos membros ativos mais queridos (Fettuccine Aprioris BadenPowellis, Flora Daeneris e Pixel FiatLux), abrimos com a "Balada da Despedida", em conjunto com a Looney Tuna, passando de seguida a "Dar de Beber à Dor". De novo recordamos o que é ser estudante com a batida de "Recuerdos Bolivianos" e os amores e desamores da faculdade com "O que foi que aconteceu" de Ana Moura, deixando o palco com a nossa “Criatura da Noite”.


Imediatamente após a atuação, foi tempo de partilhar a alegria das nossas finalistas e de as brindar com lembranças simbólicas, por todos os momentos que passamos juntas.


Após algum descanso musical, cheio de aventuras como o Cortejo, entre muitas outras atividades da semana da Queima, a Atituna voltou a juntar-se no dia 5 de maio, quinta-feira, para fechar o Sarau Cultural mostrando garra, empenho e animação perante toda a Academia.

“Siempre en mi miente”, “Dar de beber à dor”, “Recuerdos Bolivianos” “O que foi que aconteceu” e a “Criatura da Noite” ajudaram-nos a celebrar bebedeiras, amizades, momentos que nunca se esquecem e saudades de ser estudante!


Ainda durante a atuação agradecemos às nossas finalistas pelas recordações com que nos marcaram e pela pegada gigante que deixaram nas nossas vidas!


Abandonámos o palco com muitos momentos para recordar, desde o nosso jantar de convívio até às palmas do público e às bengaladas das finalistas.

            Pelo meio, fomos celebrando tudo isto, em shots e momentos de Queima, mas, como não podia deixar de ser, a semana terminou da melhor forma com o nosso famoso shot Atituna!


            Na sexta-feira, dia 6 de maio, juntámo-nos na barraca da FPCEUP e foi feito um brinde ao ano que está a terminar, às nossas finalistas e acima de tudo à Atituna e a tudo o que nos move!

                 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

XXV Aniversário da TFUCP

No dia 8 de Abril a ATITUNA dirigiu-se para a Universidade Católica do Porto para comemorar com a TFUCP os seus 25 anos. Entre os convidados contavam-se ainda a Tuna da Universidade Católica Portuguesa, a Tuna Feminina de Enfermagem do Porto e a Tuna da Escola Superior de Enfermagem Santa Maria.
            Sempre com animação e vontade de celebrar, juntamo-nos ao convívio entre tunas para partilhar histórias, rir e brindar à Tuna Feminina da Universidade Católica do Porto!


            
Após este momento de união e partilha, dirigimo-nos ao palco com o espírito elevado e prontas a fazer música, começando com a "Siempre en mi mente". De seguida, com a alegria que nos traz festejar um aniversário, estar com os amigos e ser feliz, passamos a "Dar de Beber à Dor", de Amália Rodrigues.


         
   
E como não há momento de alegria que não passe pelas recordações e acontecimentos marcantes, cantamos "O que foi que Aconteceu" de Ana Moura.
            Finalmente, e porque gostamos de deixar sempre a nossa marca, terminamos com a nossa e tão nossa "Criatura da Noite", deixando o palco ao som dos "Parabéns" às meninas da Tuna Feminina, com votos de muitas alegrias, amizades que perduram e, sobretudo, muita música.




           
  Esta foi uma atuação mais íntima, com sabor a aniversários e festejos, mas que iremos recordar com carinho. Deixamos aqui os nossos votos de felicidade pelos 25 anos  da TFUCP, bem como um agradecimento especial pelo convite e com o desejo de que venham muitos mais. 

sábado, 26 de março de 2016

Encontro de Tunas Universitárias de Paços de Ferreira


No passado dia 18 de Março, a Atituna partiu de autocarro, para o Encontro de Tunas Universitárias de Paços de Ferreira, juntamente com a Looney Tuna, com quem fez a festa no caminho.

Ao chegar, jantámos na Escola Secundária de Paços de Ferreira com as restantes tunas: Literatuna (Tuna de Letras da Universidade do Minho) e a Estudantina de Braga.

 
O espetáculo decorreu na Biblioteca Municipal Professor Vieira Dinis e, entre a euforia das tunas e a animação da plateia, a Atituna viu chegar a sua vez de entrar em palco. Começámos, de forma solene e capa traçada, com uma serenata para entrarmos no espírito da noite académica. Assim, a "Siempre en mi Mente" foi o ponto de partida para a nossa atuação. De seguida, aproveitando o facto de ser o Ano Municipal da Juventude, porque não trazer à luz novamente aquele espírito jovem que nos faz arriscar? Porque não recordar os anos despreocupados, intensos, festivos da nossa juventude? Assim, seguimos com os ritmos latinos de "Recuerdos Bolivianos". E como é nestes anos que se vivem experiências e se agarram oportunidades de uma forma muito espontânea, seguimos com a nossa “Aconteceu” de Ana Moura.
 
Quase a terminar, e relembrando as noites de diversão e alegria, aquelas em que vamos beber um copo com os amigos, continuámos a nossa atuação com uma música de Amália Rodrigues, "Vou dar de beber à Dor". Para fechar a nossa atuação, convidámos o público a subir a palco para a nossa "Criatura da Noite”, tendo a Looney Tuna aceite o nosso convite.

No final, tivemos de regressar ao autocarro, onde por entre despiques, canções e inclusive uma atuação de beatbox, continuámos a nossa noite de festa com a Looney Tuna, até chegarmos a casa.


Foi efetivamente uma noite memorável, cheia de descontração e alegria, em que se pôde conviver, tocar, invadir palcos e viver a vida e a juventude. Damos os parabéns à excelente performance de todas as Tunas presentes e agradecemos ao Município de Paços de Ferreira e a todas as pessoas envolvidas na organização do “Traja-te”, em especial à Margarida Brandão pelo convite e toda a disponibilidade.

sexta-feira, 18 de março de 2016

VIII Escutuna

No dia 12 de Março, a ATITUNA partiu novamente para o Centro Escutista de S. Mamede de Infesta, desta vez com o intuito de participar no VIII Escutuna, organizado pelo Clã 9, como Tuna Extra-concurso, juntamente com a Setentuna e as 4 tunas a concurso: TAESAD, Tuna de Medicina Dentária do Porto, Tuna de Contabilidade do Porto e os nossos irmãos da Looney Tuna.


Passámos este final de tarde em convívio, tanto na nossa tuna, como com as restantes. Bem jantadas, continuámos a conviver, a tocar, muito embriagadas de bom espírito e animação, até à hora das Serenatas das tunas a concurso, que nos encantaram naquela linda noite.

 
Sendo o tema deste Festival os “Agentes Secretos”, tivemos oportunidade de assistir a quase todas as atuações e aos mais criativos vídeos de apresentação de cada tuna alusivos ao tema. Após ter sido apresentado o nosso, subimos a palco, começando a nossa Missão Impossível com a Mariquinhas. Seguidamente, e porque foi noite de criar muito boas recordações num palco que nos soube a “casa”, animámos as hostes com Recuerdos Bolivianos. E porque a magia também acontece quando estamos com os nossos amigos, quando fazemos novas amizades e quando fazemos e ouvimos tão boa música em família, deixámo-nos levar pela Aconteceu, de Ana Moura. Por fim, fechámos a nossa atuação com a nossa e só nossa Criatura da Noite.




Não podemos deixar de felicitar as tunas a concurso pela sua excelente performance e, claro, mais particularmente à nossa Looney Tuna pelos prémios de Melhor Solista e Melhor Instrumental! Sem nunca esquecer os agradecimentos devidos ao Clã 9 do CESMI – Agrupamento 143, que tão bem nos recebeu e tão bem organizou este Festival!

quarta-feira, 9 de março de 2016

Retiro ATITUNA 2016


Mais um fim de semana passado e com ele outro mítico retiro da ATITUNA.
A manhã de sexta mal tinha começado e todas nós já sentíamos aquele nervosismo na barriga, a preparar a mala, sempre com medo de esquecer alguma coisa que nos pudesse ser útil e a imaginar o que o retiro deste ano nos reservava.Carregámos as malas e os instrumentos e, pelo início da tarde, partimos rumo ao nosso destino, o Centro Escutista de São Mamede de Infesta (Agr. 143). Por incrível que pareça, uma viagem que apenas demorava 7 minutos de carro e poucos mais de autocarro, fez com que metade da ATITUNA se perdesse durante 1 hora. Mas tudo acabou bem e voltamos a estar todas reunidas, mesmo a tempo do tradicional jantar: frango de churrasco e batatas fritas.


Juntamente com o jantar veio uma grande novidade: a nossa tunante Fettuccine passou a mestra! Assim ao nome Fettuccine Aprioris, foi acrescentado BadenPowellis. Foi um momento de emoções fortes, acompanhado de muita alegria partilhado por todas nós. A restante noite foi marcada por convívio e de boa disposição, principalmente porque se juntaram a nós as nossas Sempre-Atitunas Taxa e Tututu. Não faltaram risos, brindes e muita receita para ajudar a aquecer do frio. Houve um momento de partilha de histórias, que durou até altas horas da madrugada, onde se falou de atuações de rua, festivais e até de sessões espiritas.
Acordámos no dia seguinte, ainda cansadas de toda a conversa, e rapidamente reabastecemos as energias com o almoço, onde houve lugar a muitas brincadeiras e risos à mistura, terminando mesmo a tempo do ensaio. Orientadas pelo nosso ensaiador, Tiago Dinis, tocamos durante horas, só com direito a pausa para o lanche. As novidades estão para breve, e podemos dizer que foi um grande ensaio onde tivemos o prazer de contar a presença das nossas mestras, Spaghetti e Polifónica.




A noite chegou e com ela o jantar, feito por nós, onde tivemos direito à companhia da nossa Santa e a outro monte de brindes, que se prolongaram até à tão aguardada festa do retiro. Demos asas a criatividade, vestimo-nos a rigor com acessórios e disfarces alusivos ao nosso nome de TUNA, e agarrámos os nossos instrumentos, para aquecer as nossas vozes com algumas músicas do nosso reportório. Começámos a festa com alguns jogos de mímica e acabámos a cantar karaoke, como sempre, ao som de Celine Dion e  Whitney Houston, roucas e desafinadas, mas super animadas e divertidas!

Infelizmente, chegou o Domingo e com ele a hora de partir. Almoçámos, arrumámos tudo, carregámos os instrumentos, tirámos a última fotografia de grupo, e levámos connosco um monte de novas memórias, histórias e risos e alguma esperança de um dia poder voltar. 


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Reportagem IV Clave

    No passado sábado, a Atituna partiu de malas e bagagens para Vila Real, para participar no IV Clave, festival organizado pela Vibratuna, cujo tema principal revolvia em torno dos estilos musicais. Partimos ainda cedo e enchemos o autocarro de música e risos até ao nosso destino (e nem as avarias no transporte e as trocas de autocarro deitaram abaixo a animação!).

    Quando chegámos, fomos logo recebidas pelos nossos guias, Rui e André, que nos acompanharam, direcionaram e apoiaram ao longo de todo o fim-de-semana. Durante a tarde, participámos no passacalles e encantámos na serenata, na Capela, com a nossa "Siempre en mi miente", tendo ainda oportunidade de assistir às serenatas das outras tunas a concurso: a Tuna Feminina de Biomédicas, a TFAAUAv e a C`a Tuna aos Saltos.

Seguidamente, participámos no roteiro de convívio pelos cafés, de desafio em desafio, entre cascatas de finos, músicas inventadas, sangria, carrinhos de shots e fotografias temáticas. No final, tivemos direito a um jantar com as tunas participantes, antes do início do festival.



    A Atituna abriu a atuação com a "Capitão Romance", dos Ornatos Violeta, tema selecionado pela tuna anfitriã para representar o nosso estilo musical, o Rock. E foi, de facto, a "rockar" que seguimos para a nossa Mariquinhas ou "Vou dar de beber à dor", de Amália Rodrigues. Foi com muita atitude que os jovens da década de 40 geraram o rock, como forma de expressar a sua revolta, e foi imbuídas com a sua essência que apresentámos os nossos "Recuerdos Bolivianos". Mas a música também é a expressão do amor, acontece em nós e nós acontecemos na música, e, por isso, enchemos o Teatro de Vila Real de nostalgia e sentimento com "O que foi que Aconteceu", de Ana Moura. Agradecendo à Vibratuna o convite e a oportunidade de viver um festival que nos marcou a todas, despedimo-nos com a nossa, e só nossa, "Criatura da Noite".


    No fim da atuação, procedeu-se à entrega de prémios, onde a Atituna levou para casa os prémios de "Melhor Serenata" e "Melhor Adaptação ao Tema". Mas se a atuação foi intensa, não chegou para sugar a nossa energia; e fomos desgastá-la na festa pós-festival


 
    O domingo foi dia de preparativos para o regresso, últimas despedidas das tunas que partilharam connosco este festival e um último almoço de convívio. Partimos, mas deixámos o eco das nossas vozes nas ruas da cidade e uma vontade apertada de voltar. Até à próxima, Vila Real!


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Nono Aniversário da Nossa ATITUNA

Existe uma famosa música que nos diz “Vou pedir ao tempo, que me dê mais tempo”, e após celebrar já o 9º aniversário da Atituna, tudo o que podemos pedir é muito mais tempo para continuar a ser Tuna. Para celebrar este 9º aniversário, a Tuna reuniu-se na passada segunda-feira, dia 5 de Outubro, dia do nosso aniversário, dia em que tudo começou, para festejar juntas, aquilo que a Tuna tem de melhor, as pessoas, a música, a união, o espírito renascido...



Desde pessoas que já são presença constante neste jantar, a pessoas que estão lá pela primeira vez, este foi um tempo de partilha, um tempo onde se dá o que cada uma tem de melhor, umas mais extrovertidas, outras mais musicais, outras mais sorridentes, fazemos da Tuna uma vida.



Ao som da música a noite foi-se animando, existiu cumplicidade, partilha, existiu um todo, que era muito mais do que a soma das partes.



Para muitas isto foi o início, para outras mais uma etapa, e ainda para outras, este pode ter sido o fim, mas seja de que modo for, a vida é uma festa, a tuna é uma vida, por isso, estamos juntas, a rir à gargalhada.